| Raimundo Nonato de Carvalho Lago Júnior |
O
pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA) elegeu nesta
quarta-feira (19) a mesa diretora para o biênio 2019/20. Por
unanimidade, o conselheiro Raimundo Nonato de Carvalho Lago Júnior foi
eleito, pela 4ª vez, presidente da corte de contas maranhense. Também
foram eleitos os conselheiros Joaquim Washington Luiz de Oliveira
(vice-presidente), Álvaro César de França Ferreira (corregedor) e José
Ribamar Caldas Furtado (ouvidor). Empossada imediatamente após a
proclamação do resultado, como manda o regimento da casa, a nova mesa
diretora entra no exercício do cargo em janeiro de 2019.
Após
a eleição, tanto o presidente que está encerrando seu mandato quanto o
recém-eleito falaram ao plenário e a um auditório lotado. O conselheiro
Caldas Furtado fez questão de destacar o trabalho em equipe da sua
gestão, valorizando o esforço dos servidores. “Saio extremamente
feliz por um trabalho que não é para a presidência, mas para todo o
tribunal e para a sociedade. Não citarei nomes, porque fatalmente
esqueceria alguém e seria injusto. Meu sentimento é de agradecimento”, declarou.
O presidente eleito, conselheiro Nonato Lago, agradeceu e também mencionou os servidores da casa. “Agradeço
a confiança dos conselheiros desta corte em mim depositada. Cumprimento
a todos que fazem parte da engrenagem que compõe o TCE. São todos peças
fundamentais para o trabalho que realizaremos. Recordo que logo que
entrei no TCE, trazia minha experiência de outra área e fiz dessa minha
determinação na medicina a medida para meu desempenho também nesta
corte. Assim pretendo continuar trabalhando”, enfatizou o
conselheiro, responsável pelo primeiro concurso público da história do
TCE maranhense, realizado em 1998 pela prestigiosa Fundação Carlos
Chagas.
O vice-presidente eleito também fez uso da palavra. “Agradeço
a generosidade de todos os conselheiros que confiaram em mim para esta
missão. Ressalto a forma democrática da escolha desta chapa e o esforço
conjunto deste colegiado mostrado ao longo de todo o processo”, lembrou. “Sabemos
que correntes autoritárias, em qualquer esfera, não tem apreço pelo
controle externo, por isso um dos pontos que faço questão de privilegiar
é a necessidade de fortalecermos, ainda mais, nossa instituição”, enfatizou.
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