SEMMAM: 2ª Plenária de 2026 do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Munim fortalece planejamento integrado para proteção dos recursos hídricos

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Nina Rodrigues recebeu a 2ª Plenária de 2026 do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Munim, reunindo representantes dos municípios integrantes da bacia e das Câmaras Técnicas em um importante espaço de diálogo, planejamento e construção de estratégias para a gestão dos recursos hídricos.

O encontro reafirmou a importância de uma atuação integrada entre os municípios que compartilham a mesma bacia hidrográfica. A gestão das águas exige articulação territorial, participação social, conhecimento técnico e planejamento contínuo, especialmente diante dos diferentes desafios ambientais existentes ao longo do curso do rio. Entre os temas debatidos estiveram ações ambientais, legislação, educação ambiental, planejamento, gestão territorial e utilização de tecnologias como instrumentos de apoio à tomada de decisão e ao monitoramento dos recursos naturais.

Codó participa da construção regional por meio da SEMMAM

Representando Codó, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SEMMAM participou das discussões e apresentou as propostas desenvolvidas no âmbito da Câmara Técnica de Educação Ambiental, cuja coordenação está sob responsabilidade do município. A participação de Codó demonstra uma compreensão de que a educação ambiental precisa ultrapassar os limites de projetos pontuais e assumir caráter permanente, integrado e regional.

Nesse sentido, a proposta apresentada parte de uma premissa central: a gestão isolada tende a produzir resultados limitados, enquanto uma abordagem baseada na bacia hidrográfica permite integrar territórios, instituições e comunidades em torno de objetivos comuns. A proposta também considera a necessidade de estabelecer uma educação ambiental permanente, capaz de formar professores, estudantes, lideranças comunitárias e demais atores sociais para a compreensão e proteção do território.

Um programa estruturado em cinco eixos

O planejamento apresentado pela Câmara Técnica de Educação Ambiental está organizado em cinco eixos estruturantes, conectando a recuperação física dos ambientes naturais ao engajamento social: Eixo 1 – Educação Ambiental: voltado à transformação humana por meio da formação e da educação permanente. Eixo 2 – Recuperação de Nascentes: direcionado à recuperação das áreas responsáveis pela manutenção dos recursos hídricos. Eixo 3 – Mata Ciliar: destinado à proteção ecológica e à recuperação das Áreas de Preservação Permanente. Eixo 4 – Monitoramento: voltado ao acompanhamento da qualidade ambiental e à produção de informações para subsidiar a gestão. Eixo 5 – Participação Social: destinado ao fortalecimento da governança e à construção de uma sustentabilidade de longo prazo.

A proposta apresentada busca, portanto, integrar educação, recuperação ambiental, monitoramento científico e participação comunitária dentro de uma mesma estratégia de gestão.

Estratégia diferente para cada trecho da bacia

Outro aspecto importante do planejamento é a compreensão de que a Bacia do Rio Munim não pode ser tratada de maneira homogênea. As ações propostas consideram as particularidades do alto, médio e baixo curso, estabelecendo prioridades de acordo com as características ecológicas e sociais de cada região. No alto curso, a estratégia prioriza a proteção de nascentes, o envolvimento dos produtores rurais e a adoção de práticas de conservação do solo capazes de reduzir processos como erosão e assoreamento. No médio curso, a proposta concentra esforços na integração entre educação escolar e recuperação ambiental, incluindo viveiros de mudas, recuperação de áreas de preservação permanente, reflorestamento e monitoramento participativo da qualidade da água. Já no baixo curso, a estratégia incorpora de maneira mais intensa as comunidades ribeirinhas, o saneamento, a gestão de resíduos e o desenvolvimento de atividades de turismo sustentável, buscando conciliar geração de renda, valorização dos saberes tradicionais e conservação dos ecossistemas. Essa divisão territorial permite que o planejamento seja mais eficiente, uma vez que as intervenções são adequadas às características e necessidades de cada trecho da bacia.

Educação ambiental como eixo de transformação

Entre as propostas estruturantes estão a criação e fortalecimento de iniciativas como a Escola das Águas, os Jovens Guardiões, viveiros de mudas, monitoramento participativo, trilhas de educação ambiental e um laboratório ambiental. A proposta dos Jovens Guardiões, por exemplo, busca estimular a participação da juventude na proteção e no monitoramento do território. Os viveiros, por sua vez, representam uma importante infraestrutura verde para a produção de mudas destinadas à recuperação da mata ciliar e das áreas degradadas. A estratégia também prevê experiências de educação ambiental associadas ao turismo sustentável, aproximando a população dos ambientes naturais e transformando o conhecimento sobre o território em instrumento de conservação.

Planejamento com cronograma físico-financeiro

Um dos pontos apresentados durante a plenária foi a necessidade de transformar as propostas em um planejamento executável, com definição de etapas, metas, indicadores e recursos. O programa está estruturado em um horizonte de três anos. No primeiro ano, a prioridade é o diagnóstico e a mobilização, com mapeamento dos atores locais, identificação de áreas críticas e estruturação do Centro de Socialização Ambiental. No segundo ano, ocorre a implantação, com execução dos projetos estruturantes, instalação de viveiros e início das ações de recuperação ambiental. No terceiro ano, a proposta entra na fase de consolidação, com avaliação dos indicadores, fortalecimento da autonomia das comunidades e ampliação da integração entre conservação ambiental e desenvolvimento sustentável.

O planejamento apresentado prevê um investimento estimado em R$ 1,8 milhão, distribuído entre ações de recuperação de APPs, monitoramento, implantação de viveiros, educação ambiental e mobilização social. Mais importante que o volume financeiro, entretanto, é a vinculação dos recursos a indicadores de desempenho, permitindo acompanhar resultados concretos, como número de pessoas capacitadas, nascentes recuperadas, mudas produzidas, escolas atendidas e evolução dos índices de qualidade da água.

Ciência, governo e sociedade trabalhando em rede

A proposta também reconhece que nenhum município ou instituição consegue enfrentar sozinho os desafios de uma bacia hidrográfica. Por isso, o modelo apresentado prevê uma rede de parcerias envolvendo Comitê de Bacia, municípios, instituições de ensino e pesquisa, órgãos governamentais, organizações da sociedade civil, associações comunitárias e demais atores do território. Essa articulação é fundamental para garantir conhecimento científico, capacidade institucional, participação social e continuidade das ações.

Governo Fé Trabalho e Futuro: um compromisso que ultrapassa os limites municipais

A participação de Codó, por meio da SEMMAM e da coordenação da Câmara Técnica de Educação Ambiental, reforça o papel do município e da Gestão Fé, Trabalho e Futuro na construção de uma agenda regional para os recursos hídricos. A 2ª Plenária de 2026 representa, assim, mais um passo na construção de uma visão integrada para a Bacia do Rio Munim: uma visão em que educação ambiental, recuperação de nascentes, proteção das matas ciliares, monitoramento e participação social deixam de ser ações isoladas e passam a fazer parte de uma estratégia comum de desenvolvimento sustentável.

A preservação dos recursos hídricos depende de planejamento, mas também de pessoas preparadas para compreender, proteger e participar da gestão do território. Preservar para usufruir. Educar para transformar. Planejar para garantir água e qualidade ambiental para as próximas gerações. A construção de uma Bacia do Rio Munim ambientalmente equilibrada começa pela integração entre seus municípios, instituições e comunidades — e encontros como a 2ª Plenária de 2026 demonstram que esse processo está em construção.

Todas essas ações e programas também serão apresentados ao comitê de bacias do Itapecuru onde Codo tem sua maior área dentro da bacia, inclusive com a proposta de criação de um Centro de socialização ambiental

Mãe é condenada a 21 anos de prisão por matar filha autista de 6 anos envenenada em Lago da Pedra

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Uma mulher foi condenada a 21 anos e nove meses de prisão pela morte da própria filha, uma criança de seis anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em Lago da Pedra, no Maranhão. Ana Paula Cunha da Silva foi considerada responsável por fornecer e/ou ministrar à menina uma substância tóxica que provocou a morte da criança. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (20), pelo Tribunal do Júri da 1ª Vara de Lago da Pedra.

O Conselho de Sentença considerou a mulher culpada pelo crime. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado. Após a sentença, a juíza Sheila Silva Cunha determinou que Ana Paula fosse encaminhada para a Unidade Prisional de Ressocialização Feminina (UPFEM), em São Luís.

Criança morreu após passar mal em casa

Segundo a denúncia, o crime ocorreu em 17 de janeiro de 2022. Naquele dia, a menina estava sob os cuidados da avó materna, enquanto a mãe trabalhava em um hospital. Durante o plantão, Ana Paula teria ido algumas vezes até a residência para ver a filha, dizendo que estava com um pressentimento ruim.

Durante a tarde, a criança relatou à avó que estava com muito sono e sentia dores na língua. Pouco depois, passou mal e foi levada ao Hospital Professor Serra de Castro. No local, sofreu uma parada cardíaca e morreu.

Ainda segundo o processo, durante o atendimento médico, Ana Paula teria afirmado que a filha havia sido envenenada. Depois de saber da morte da criança, ela retirou do bolso dois frascos e disse que pretendia utilizar as substâncias para tirar a própria vida.

Laudo confirmou presença de pesticida

Exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) identificaram no organismo da criança a presença de Terbufós, um pesticida conhecido popularmente como “chumbinho”. A análise confirmou que a menina havia sofrido uma intoxicação exógena.

Durante a investigação, também foram encontrados com Ana Paula dois recipientes com substâncias semelhantes à identificada no corpo da criança. Um deles não possuía identificação e continha uma substância granulada, enquanto o outro armazenava um líquido transparente.

O IML realizou exames no corpo da menina, apesar da resistência inicial apresentada pela mãe. O laudo posteriormente confirmou a presença de pesticida compatível com as substâncias encontradas com Ana Paula.

Investigação apontou dificuldade da mãe em cuidar da filha

De acordo com a investigação, a morte teria sido motivada pela dificuldade relatada pela mãe em cuidar da criança. A menina tinha TEA e precisava de acompanhamento multidisciplinar.

A acusação considerou que Ana Paula teria fornecido ou ministrado a substância tóxica à filha, provocando a intoxicação que resultou na morte.

Com a condenação, a mulher foi encaminhada ao sistema prisional para o cumprimento da pena, inicialmente em regime fechado.

Iedo Barros declara apoio a Raimundo Coelho para deputado federal nas eleições de 2026

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O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Codó (SINCODÓ), Iedo Barros, declarou apoio à candidatura de Raimundo Coelho para deputado federal nas eleições de 2026. A manifestação reforça a aproximação de lideranças do setor produtivo com o projeto político apresentado pelo candidato.

Raimundo Coelho é produtor rural, engenheiro agrônomo e presidente licenciado do Sistema FAEMA/SENAR-MA. Em sua campanha, apresenta como uma de suas principais bandeiras a defesa do setor produtivo, tendo como lema “A força de quem produz”.

A atuação de Coelho está ligada diretamente ao agronegócio e às ações voltadas para produtores rurais, formação profissional e desenvolvimento do setor agropecuário maranhense, áreas que também fazem parte da atuação institucional do SINCODÓ.

Ao declarar seu apoio, Iedo Barros destaca a importância de representantes que conheçam de perto a realidade do homem e da mulher do campo e as demandas enfrentadas pelo setor produtivo.

A candidatura de Raimundo Coelho à Câmara Federal está registrada com o número 1522. A eleição de 2026 deverá colocar novamente em debate as pautas relacionadas ao agronegócio, à produção rural, à capacitação profissional e ao desenvolvimento econômico do Maranhão.

52ª ExpoCodó apresenta balanço geral e ratifica a força do agronegócio, das parcerias e da juventude

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A 52ª ExpoCodó, realizada pela Associação dos Criadores do Vale do Itapecuru (ACRIVI), encerrou mais uma edição histórica com resultados expressivos e um balanço que evidencia a importância da feira para o fortalecimento do agronegócio, da economia e do empreendedorismo na região. Mais do que uma grande programação de entretenimento, a ExpoCodó se consolidou como um espaço de negócios, capacitação, troca de experiências e integração entre produtores rurais, empresários, instituições, entidades do setor, poder público e comunidade.

Com o tema “A Força Jovem no Agro”, a 52ª edição colocou a juventude no centro dos debates, destacando seu papel na sucessão rural, na inovação, no uso de novas tecnologias e na construção de um agronegócio cada vez mais moderno, competitivo e sustentável. Durante os novedias de ExpoCodó, o Parque Walter Zaidan recebeu uma programação diversificada, reunindo produtores, criadores, empresários, estudantes, jovens, mulheres do agro e visitantes de Codó e de diversas outras localidades.

A programação contou com exposição de animais, máquinas e equipamentos agrícolas, leilões, julgamentos de raças, palestras, cursos, oficinas, encontros temáticos, Feira do Empreendedor, Pavilhão da Prefeitura Municipal, Pavilhão do Agro da Sagrima, Espaço Faema Senar Sincodo, vitrine viva, competições e shows musicais, proporcionando oportunidades de conhecimento, negócios e integração. A feira também destacou a importância da formação e da capacitação para o desenvolvimento do setor. A aproximação entre conhecimento técnico, pesquisa, tecnologia e atividade produtiva foi um dos pontos trabalhados ao longo do evento.

Juventude como protagonista do futuro do agro

O tema escolhido para esta edição (A Força Jovem no Agro) reforçou uma preocupação cada vez mais presente no campo: a necessidade de garantir a sucessão rural e estimular a permanência e o protagonismo dos jovens no agronegócio. A participação da juventude representa renovação, novas ideias, empreendedorismo e maior abertura para tecnologias capazes de melhorar a produtividade e a sustentabilidade das propriedades rurais.Nesse contexto, a ExpoCodó buscou aproximar os jovens das oportunidades existentes no setor, mostrando que o agro vai muito além da produção tradicional e também envolve inovação, gestão, tecnologia, pesquisa, comunicação e empreendedorismo.

Capacitação, conhecimento e oportunidades

Um dos pilares da 52ª ExpoCodó foi a oferta de conhecimento. A programação coordenada pela Faema/Senar/Sincodo, reuniu profissionais para apresentar novas possibilidades aos produtores e demais participantes. Cursos, palestras, oficinas e encontros contribuíram para ampliar o acesso a informações técnicas e estimular a adoção de novas práticas no campo. A presença de instituições ligadas à formação profissional e ao desenvolvimento rural também reforçou a importância das parcerias para transformar conhecimento em oportunidades concretas para produtores e empreendedores.

Banco do Nordeste e o incentivo ao desenvolvimento

A participação do Banco do Nordeste como um dos patrocinadores da ExpoCodó também representou um importante elo entre o evento e as oportunidades de financiamento disponíveis para o setor produtivo. A instituição exerce papel relevante no desenvolvimento econômico da região, especialmente por meio do acesso ao crédito e ao financiamento de atividades produtivas. A presença do banco durante a ExpoCodó aproximou produtores e empreendedores de informações sobre alternativas para investimentos, expansão de negócios e fortalecimento das atividades agropecuárias.

Resultado que demonstra a força da ExpoCodó

Os números apresentados no balanço da 52ª edição demonstram a dimensão alcançada pelo evento. A ExpoCodó registrou mais de 120 mil pessoas, alcançou 6 milhões de visualizações nas redes sociais e movimentou mais de R$ 60 milhões em vendas, números que evidenciam o impacto econômico, social e de divulgação proporcionado pela exposição. Além dos negócios diretamente realizados durante a feira, a movimentação também beneficiou diferentes segmentos da economia local, como comércio, alimentação, hospedagem, transporte, serviços e demais atividades ligadas ao período da exposição.

Parcerias foram fundamentais para a realização

A realização da 52ª ExpoCodó foi resultado de uma construção coletiva envolvendo entidades, instituições, empresas, patrocinadores e o poder público. A ACRIVI – Associação dos Criadores do Vale do Itapecuru, responsável pela realização da exposição, contou com importantes parceiros para colocar em prática uma programação ampla e diversificada. Entre os apoiadores estiveram FAEMA, SENAR e SINCODÓ. Também foram fundamentais os patrocinadores e parceiros: Governo do Estado do Maranhão; Prefeitura Municipal de Codó; Deputado Estadual Francisco Nagib; EDP Infraestrutura e Pavimentação; Santa Maria Supermercado; FUNDEPEC; Regional Telecom; Banco do Nordeste.

Um balanço que vai além dos números

Ao fazer o balanço da 52ª ExpoCodó, a ACRIVI reafirma que os resultados não devem ser medidos apenas pela quantidade de visitantes ou pelo volume financeiro movimentado. A exposição representa também a valorização do produtor rural, a aproximação entre campo e cidade, a geração de oportunidades, o incentivo à capacitação e a criação de espaços para que novas gerações conheçam e participem cada vez mais do agronegócio, além de se constituir em um super espaço de entretenimento onde as famílias se confraternizam.

A presença de jovens, mulheres, produtores, empresários, instituições financeiras, entidades de classe, órgãos públicos, visitantes e empresas demonstrou a capacidade da ExpoCodó de reunir diferentes segmentos em torno de um objetivo comum: fortalecer o setor produtivo e contribuir para o desenvolvimento regional. Com os resultados alcançados nesta 52ª edição, fica o compromisso de continuar trabalhando para que a ExpoCodó cresça, gere novas oportunidades e permaneça como um dos principais espaços de valorização do agronegócio e do desenvolvimento econômico da região.”, destacou a presidente da ACRIVI, Inalda Beder

ExpoCodó deixa legado e prepara novos caminhos

Ao completar 52 edições, a ExpoCodó reafirma sua importância no calendário de eventos de Codó e do Maranhão. O balanço da edição de 2026 demonstra a força de uma exposição que une tradição e inovação, mantendo suas raízes no setor agropecuário, mas abrindo espaço para novas tecnologias, novos empreendedores e, principalmente, para a juventude que representa o futuro do campo.

Criança indígena de 4 anos morre após acidente no interior do MA; condutor não tinha CNH

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Uma criança indígena de 4 anos morreu após um acidente de trânsito na quinta-feira (21), na MA-272, entre Barra do Corda e Fernando Falcão, no Maranhão. O motociclista envolvido no acidente se apresentou à Polícia Civil e foi autuado por homicídio culposo na direção de veículo automotor e por dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Segundo informações enviadas, a Polícia Civil do Maranhão, o acidente aconteceu por volta das 11h30. A vítima, um menino, morreu em decorrência dos ferimentos. O corpo foi levado para a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Povoado Buriti, em Fernando Falcão.

Após a chegada do corpo à unidade de saúde, indígenas da região se mobilizaram e, inicialmente, não aceitaram a retirada para os procedimentos periciais. Segundo a polícia, também houve relatos de ameaças de invasão a residências e de retirada da motocicleta envolvida no acidente, que havia sido escondida no povoado.

A situação foi controlada após uma negociação entre equipes da Polícia Civil de Barra do Corda, da Polícia Militar de Fernando Falcão, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e lideranças do povo Canela da Aldeia Escalvado.

Após o acordo, foram realizados o exame cadavérico, o relatório do local do crime e a liberação da UBS.

Após negociação com familiares, o motociclista se apresentou na Delegacia Regional de Barra do Corda. Segundo a Polícia Civil, ele não possuía CNH e foi autuado, em tese, por homicídio culposo na direção de veículo automotor e por condução de veículo automotor sem habilitação

A motocicleta envolvida no acidente, que havia sido escondida após o ocorrido, foi apresentada à polícia e apreendida. O homem permanece à disposição da Justiça.

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Homem condenado a 14 anos por homicídio é preso

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Um homem de 68 anos, condenado a 14 anos de prisão por um homicídio cometido em Timon, foi preso na tarde de terça-feira (18), na zona rural de Caxias. Segundo a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), ele estava foragido da Justiça.

De acordo com a polícia, a prisão ocorreu após o cumprimento de um mandado expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Timon. O crime pelo qual o homem foi condenado aconteceu em 2003.

Após a prisão, ele foi levado para uma unidade policial e, em seguida, encaminhado à Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) de Acácias, onde deve cumprir a pena.