O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga o homicídio de Airton dos Santos Araújo Filho, de 26 anos, conhecido como “Ben 10”, morto a tiros na noite deste domingo (21), na Praça Edilson Rocha Lima, no bairro Mocambinho, zona Norte de Teresina.
Segundo informações da Polícia Civil, a vítima foi atingida por diversos disparos de arma de fogo, sendo três nas costas e outros na região da cabeça.
O delegado Genival Vilela, do DHPP, informou que a vítima estava ingerindo bebida alcoólica com outras pessoas quando foi surpreendida pelo atirador. Segundo o delegado, Airton dos Santos ainda tentou fugir.
“Segundo informações, a vítima estaria ingerindo bebida alcoólica com outras pessoas quando um indivíduo se aproximou a pé, com um capacete na cabeça e jaqueta, e efetuou vários disparos de arma de fogo. O perito de local verificou que a vítima tinha vários disparos na região da cabeça e três disparos na região das costas, o que nos sugere que a vítima tentou fugir, sofreu os disparos nas costas e logo em seguida na cabeça”, explicou.
Ainda conforme o delegado, Airton já era conhecido das autoridades e possuía antecedentes criminais.
“Essa vítima já era conhecida nossa, investigada em alguns casos de homicídio e, além dos casos de homicídios, ela tinha processo também por organização criminosa, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas, receptação e roubo. Então é uma vítima que tinha um extenso histórico criminal”, afirmou.
A polícia também apura se o homicídio pode ter relação com disputas entre facções criminosas.
“Há algum tempo saiu a informação de que Ben 10 participava de uma organização criminosa e estaria migrando para outra. Vamos verificar se isso realmente é verdade e se há alguma relação com esse homicídio de hoje”, disse o delegado.
Genival Vilela reforçou que as investigações continuam para identificar o autor dos disparos e esclarecer a motivação do crime.
“Estamos ainda trabalhando para identificar quem é esse indivíduo que efetuou os disparos e qual a motivação dele”, completou.
O caso segue sob investigação do DHPP.
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