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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

População de Codó sofre com falta de IML e famílias perdem direito ao velório

Codoenses Cobram IML
A população de Codó vive hoje uma situação grave e desumana. Familiares de vítimas de homicídio estão sendo impedidos, na prática, de velar seus entes queridos, devido à falta de funcionamento do Instituto Médico Legal (IML) no município.

Segundo relatos, após o prefeito FC Oliveira retirar o médico legista Dr. Cláudio do IML de Codó — decisão que muitos consideram motivada por perseguição política —, o serviço de perícia deixou de funcionar na cidade. Com isso, todos os corpos que precisam de perícia estão sendo encaminhados para o IML de Timon.

O problema é que esse deslocamento provoca grande demora na liberação dos corpos. Quando o corpo retorna para Codó, muitas vezes já ultrapassou o tempo adequado para a realização do velório, obrigando a família a fazer o sepultamento de forma imediata, sem poder se despedir dignamente do seu ente querido.

Essa situação gera dor, revolta e sentimento de abandono na população. Além do sofrimento da perda, as famílias ainda enfrentam a humilhação de não poder cumprir um momento básico de respeito e despedida.

Moradores cobram providências urgentes das autoridades municipais e estaduais para que o IML volte a funcionar em Codó, garantindo dignidade às famílias e respeito à população.

Codó não pode continuar pagando o preço de disputas políticas enquanto o povo sofre.

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