segunda-feira, 6 de julho de 2020

EM PERITORÓ, MORADOR DENUNCIA QUE PREFEITURA AMARRA MACA COM CORDAS AO TRANSPORTAR PACIENTE

Um morador de Peritoró, identificado por  Raimundo, conta que um paciente da Santa Rita, zona rural do município  precisou de uma ambulância, mas, o que foi atender o paciente foi uma D-20, sem nenhum suporte técnico para o transporte. Abaixo da foto, veja o texto de Raimundo sem nenhuma modificação. O texto foi escrito no dia 4 de julho.
Boa tarde
“Galera não é oposição política mas sim indignação com os políticos locais de Peritoró
Hoje aqui na comunidade Santa Rita, uma família precisou de um atendimento de uma ambulância do município de Peritoró.
Quando chega o transporte, uma D-20, com uma estrutura de um baú, escrito “ambulância”, pessoal sem nenhum suporte técnico tanto na estrutura do carro quanto como profissionais qualificados para fazer os primeiros socorros.
Não sou médico porém, sou técnico de enfermagem e o que já presenciei e quando fiz atendimentos sei que se utilizam ferramentas e métodos que eles utilizaram, utilizando uma forma bruta e agressiva, que nem com animais pode se fazer.
Mas devemos levar em consideração alguns fatores, tenho certeza que aqueles dois rapazes que prestam atendimento daquela forma precária naquele caminhão, são pessoas leigas.
Jamais se fossem profissionais da área de saúde, teriam agido daquela forma e teriam conhecimento suficiente de como resolver a situação, e teriam sido mais humanos ao atender aquele paciente, acalmando a família.
Então, a família ao ver o seu paciente sendo tratado daquela forma é revoltante, o que mostra o total descaso com a saúde do município de Peritoró e um desrespeito com a população.
Ver um paciente todo amarrado com cordas de seda, é revoltante.
Não tenho conhecimento desses EPIS, utilizados dentro da área de saúde.
Sabemos que entraram milhões de reais nos cofres das prefeituras nessa pandemia, que o prefeito é secretário de saúde comprem uma ambulância digna e contratem técnicos de enfermagem, capacitados para dar assistência às ocorrências locais do município.
Vocês estão administrando una quarta metade de uma nação, não de uma boiada.
Atendam com humanidade a sua população”.

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