Na pauta de exigências dos trabalhadores
estão críticas ao corte do auxílio-alimentação no período de
afastamento para tratamento de saúde e a falta de reajuste no
salário-base, o congelado há mais de seis anos.
Quanto ao salário-base, a maioria dos
servidores recebe, atualmente, R$ 1,4 mil. O valor também está congelado
há mais de seis anos.
Segundo eles, na prática, esses
trabalhadores recebem menos de um salários mínimo, porque não têm
direito a FGTS, pagam 11% à Previdência e ainda contribuem para o Fundo
de Benefícios dos Servidores do Estado do Maranhão (Funben), uma espécie
de assistência à saúde, com desconto, no contracheque, de 3% para os
titulares e de mais 1% por dependente.
Contra o sindicato
Além de exigir melhorias da direção do Detran-MA, os servidores também se insurgiram contra o próprio sindicato da categoria.
O movimento diz contar com o apoio de 428 trabalhadores – mais da metade mais da metade do quadro efetivo do Detran.
“Isso ocorreu justamente em
razão da inércia do sindicato, que é tido com ilegítimo pelos
servidores, tanto por estar com situação cadastral ‘INAPTA’ perante a
Receita Federal quanto por não haver prestação de contas há anos”, diz um texto disparado pelos possíveis grevistas.
Os trabalhadores informam que o governo e
o Detran-MA têm até a próxima sexta-feira (31) pra se posicionar sobre a
pauta de reivindicações.
Não havendo negociação, a indicação é pra greve por tempo indeterminado.
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