Os professores contratados de Codó que já estão em sala de aula estão correndo sério risco de ao final de seus primeiros 30 dias de trabalho não conseguirem receber dinheiro. A informação foi confirmada pelo próprio prefeito Francisco Nagib.
O motivo está na briga que continua, veladamente, na Câmara Municipal.
Os professores passaram num seletivo autorizado apenas por dois anos. Como não quis fazer novo seletivo a Secretaria de Educação resolveu colocar os mesmos seletivados para trabalhar em 2019, ocorre que este ato é ilegal se não tiver a autorização do Poder Legislativo.
Como estão trabalhando de maneira ilegal, a prefeitura não poderá efetuar o pagamento sem que seu gestor maior incorra em crime de improbidade administrativa. Eis o problema.
COMO SOLUCIONAR
Para aprovar a recontratação dos seletivados a Câmara tem que formar suas comissões e, segundo o próprio prefeito Francisco Nagib, nem isso o legislativo já conseguiu fazer em 2019 colocando em risco total o trabalho dos professores e a própria administração do Executivo.
Os vereadores que apoiam o governo municipal são maioria mas não podem mandar na mesa diretora que está sob o comando da oposição e depende da mesa colocar em pauta a formação das comissões (aquelas de Constituição e Justiça, Educação, Saúde, Meio Ambiente e outras).
Elas são importantes porque tudo que vai a plenário para votação precisa primeiro passar pela Comissão e Constituição e Justiça, por exemplo, que verifica a legalidade das propostas tanto vindas dos Executivo como aquelas que nascem entre os vereadores.
Sem elas, o dinheiro dos professores está em risco e esta bomba explodirá no colo dos parlamentares e do próprio prefeito dia 11 de abril quando os frágeis trabalhadores completam seu primeiro mês de batalha nas escolas.
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