Codó intensificou o
combate a Hanseníase há algum tempo com estratégias que chegam às 19
unidades de saúde na cidade e até na zona rural, por conta disso o
número de pessoas descobertas com a doença vem aumentando .
Ano passado a
Secretaria Municipal de Saúde registrou 102 casos de Hanseníase. Parece
pouco dentro de uma população de mais de 118 mil habitantes, mas este
número foi o suficiente para fazer Codó constar numa lista de 17
municípios maranhenses onde, para o Ministério da Saúde , devem
combater, prioritariamente, esta doença.
Nos primeiros três
meses deste ano já são 54 novos casos de Hanseníase, quando comparado à
igual período do ano passado houve um aumento de 53%.
“Esse aumento se deve à que, às intensificações para o controle da Hanseníase que nós estamos fazendo desde o janeiro roxo que foi uma determinação do Ministério da Saúde, Secretaria de Saúde do Estado e município e este trabalho a gente intensificando com as UBS, fazendo blitz educativa, roda de conversa, palestras (…) o que o município quer é descobrir os casos precocemente para que mais tarde ele não venha a ser um paciente sequelado”, justificou Delcina Filgueira, coordenadora do combate à Hanseníase
O tratamento dura no
mínimo seis meses mas é ofertado gratuitamente na rede pública municipal
que também garante o acompanhamento de cada paciente para que ele não
desista da medicação.
Há toda uma equipe que monitora os já descobertos e que continua fazendo a chamada busca ativa no município.
“Esta busca ativa é a
visita feita casa em casa, feita por quem? Pelos agentes de saúde, pelos
agentes de endemias sob coordenação de enfermeiros e, claro, da
coordenação de Hanseníase, então, com isso a gente ver suspeita desses
casos, eles são encaminhados as unidades de saúde e a unidade de saúde
através do Médico vai fechar esse diagnóstico”, afirmou
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