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| Rua Assis Nogueira – Bairro Codó Novo |
Vai começar amanhã, quinta-feira
(28/02), as festividades carnavalescas na cidade de Codó, fato inédito
aconteceu para que o gestor municipal percebesse que cinco dias
consecutivos de festanças era pouco. Enquanto o serviço de Saúde da
população vai seguindo doente, aulas com início retardado em trinta
dias, ruas maltratadas por falta de pavimentação, enfim oferecer o circo
para a população é um bom negócio.
Reclamar que a crise que assola os
municípios brasileiros só é válido para investir em políticas públicas
concretas que possam gerar educação de qualidade, saneamento básico e
bem estar social.
Patrocinar a exportação da cultura
alheia, não seria um bom negócio para quem presa pela cultura local, as
atrações que estarão em Codó ao longo desses seis dias de folia, passam o
ano quase todo com seu repertório musical próprio, mas no carnaval
adaptam suas músicas para patrocinar o consumo de drogas lícitas e
ilícitas, principalmente por jovens entre 12 a 25 anos. Sem contar da
apologia à prostituição e a outros crimes.
Enquanto tudo isso acontecerá,
patrocinado com o dinheiro público, os moradores de bairros carentes
como o Codó Novo, Jerusalém e São Pedro, permanecem esquecidos ao longo
dos últimos cinco anos pelas gestões municipais. Nem mesmo as pontes que
garantes um Direito Constitucional, o de “ir e vir” de todos os
cidadãos sejam respeitados.

Moradores da Rua Assis Nogueira e Rua
Bahia, bairro Codó Novo clamam por respeito do gestor municipal,
principalmente pela garantia de seus direitos fundamentais. Muito menos
do que se gastou com o carnaval em 2017, 20183 agora em 2019, daria para
dar qualidade de vida a muita gente por muitos anos.
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| Esgoto a céu aberto na Rua Bahia – Codó Novo |
Menor seria a quantidade de pessoas
expostas à doenças causadas por picadas de insetos que vivem às margens
de esgotos a céu aberto.
Calma gente, ainda faltará mais um
carnaval da atual gestão, e o sonho da tão propagada qualidade de vida,
continuará em último plano. Cidadãos continuarão comprando a medicação
que deveria ser distribuída nos postos de saúde, ou mesmo, pedindo ao
Protetor que algo de mais grave não aconteça, pois perspectivas de
melhoras, não temos.


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