Segundo informações policiais, no momento da prisão, o suspeito
estava tentando aplicar mais um golpe em uma agência bancária. Ele faz
parte de uma associação criminosa que vem agindo nos últimos dias
falsificando identidades, procurações e escrituras públicas, para com
isso conseguir sacar vultosos valores provenientes de heranças que
estejam depositadas em contas bancárias em nome dos espólios.
Neste episódio, Densilson compareceu à agência do Banco do Brasil do
bairro Cohatrac sob a identidade de Mikolas Melo Tavares, e apresentou
uma escritura pública de inventário e partilha que dizia ser ele o único
herdeiro da quantia de R$ 327.090,14 (trezentos e vinte e sete mil e
noventa reais e catorze centavos), valor pertencente a um senhor
falecido no ano de 2014.
Já na delegacia o suspeito insistiu na identidade apresentada, mas a
equipe conseguiu chegar ao seu verdadeiro nome, com o qual já possuía
registro criminal pelo mesmo tipo de crime, inclusive com mandado de
prisão em aberto pela vara de execuções penais, uma vez que estava
foragido desde o ano de 2015, quando se evadira do sistema prisional
mediante abuso de confiança.
Denilson foi levado para a sede da SEIC e, após as formalidades
legais, foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde
permanecerá à disposição da justiça.
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