Elina
Tassia, ex-recepcionista da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de
Codó, venceu o atual diretor Luís Henrique na justiça ao conseguir
provar que foi demitida injustamente. A jovem contratou os advogados Ivo
Massuete, Felipe Farias e Leonardo Coelho, que processaram o Instituto
Biosaúde, a Emserh – Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares e o
Estado do Maranhão.
A
ex-recepcionista alegou que foi dispensada por Luís Henrique em março
de 2018 quando se encontrava doente e pediu indenização por damos
morais, além da reparação de uma série de direitos trabalhistas que não
foram respeitados enquanto trabalhava na UPA.
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| Diretor Luís Henrique |
O
juiz titular da Vara do Trabalho de Caxias, Higino Diomedes Galvão,
entendeu que Elina Tassia foi prejudicada pelo representante (Luís
Henrique) do ex-empregador e jugou procedente a ação trabalhista contra o
Instituto Biosaúde e o Estado do Maranhão. O magistrado absolveu a
Emserh – Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares.
Com
isso, o Instituto Biosaúde e, subsidiariamente, o Estado do Maranhão,
serão obrigados a pagar indenização por danos morais no valor de R$
2.000,00 (dois mil reais), aviso prévio indenizado de trinta dias, com
acréscimo de 50%, valores do FGTS relativos a três meses, com dedução
dos valores jacentes da conta vinculada e multa de 40% sobre os valores
do FGTS, com acréscimo de 50%.
O
Estado do Maranhão também foi condenado a pagar os valores do FGTS
relativos a três meses, com dedução dos valores jacentes da conta
vinculada e pagar os valores do FGTS relativos ao período de Maio/2016 a
Março/2017 com atualização monetária e juros de mora.
Veja a decisão na íntegra:
A
decisão, da qual ainda cabe recurso, comprova que o diretor Luís
Henrique tem agido de forma autoritária e perseguidora contra os
servidores da UPA de Codó.

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