“Em torno de 5 mil grupos de A.A. Nós temos no Brasil hoje 11 mil reuniões semanais, No Brasil, mesmo assim ainda é muito pouco pra divulgação da irmandade (…) O importante é querer, aqui é aquela fase do querer. Eu quero, eu posso, eu tenho condição, só em A.A acontece isso”, disse Jose

Encontro de Alcoolicos Anonimos na UFMA
O encontro foi de quem pratica os 12 passos de um programa de recuperação de dependentes do álcool criado em 1935 nos Estados Unidos. Um dos pilares, reforçou Rodrigo, há 7 anos sóbrio, são os relatos de cada um com a droga ainda considerada lícita. Histórias tristes como a dele.
“Aquela vida desgraçada e que todo mundo sabe, né, o alcóolatra de final de carreira, aquele cara de feira, aquele cara que fica mangueando , pedindo aos outros uma dose, uma moeda para que eu pudesse saciar o meu desejo de beber…DEPOIS QUE O SENHOR CONHECEU ALCÓOLICOS ANÔNIMOS, O QUE MUDOU? A minha vida se transformou”, respondeu com entusiasmo
O encontro realizado no auditório da UFMA, Campus Codó, reuniu membros de Alcóolicos Anônimos dos Estados do Maranhão, Piauí, Ceará e Pará. Mesmo em grandes encontros regionais, como este, onde os debates são ampliados, esta tradição dos relatos é mantida.
Várias palestras foram proferidas, a professora Rosalva Komora, que tambem e do Conselho Municipal de Educacao, foi convidada para falar sobre o perigo do álcool nas escolas
“Porque a nossas crianças eles veem de um ambiente e, infelizmente, o ambiente está carregado de álcool e aí ele vai pra escola então na escola a gente vai colocando, vai solicitando também nas reuniões de pais e mães a gente solicita, conversa um pouquinho. Coloca as ideias neste sentido que o álcool pesa no organismo da pessoa”
As famílias também participaram, fazem parte de um grupo chamado AL-ANON que no Maranhão, por exemplo, existe desde 1974.
“Porque é entendido que o alcoolismo é doença da família, envolve toda a família. A família passa a se envolver com o comportamento do alcóolico, então há uma necessidade de serem tratados o alcóolico e a família por completo’, explicou-nos Maria, uma das coordenadoras
Já existe previsão para mais um encontro. O próximo será em Timon. Até lá eles seguirão firmes em suas metas pessoais e, como Antonio, buscando mais gente para a irmandade.
“Graças ao poder superior, em primeiro lugar, né, graças a minha participação e também ajudando aquelas pessoas que, realmente, tá precisando de resgatar, mais uma pessoa lá fora porque o mais importante hoje é gratidão, trazer mais um pra que possa conviver junto com a gente”, frisou Antonio
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