As Forças Armadas
sul-coreanas, que mantinham o fugitivo cercado desde domingo (22), conseguiram
apanhar o homem com vida às 14h55 (2h55 em Brasília) depois que ele tentou se
matar, confirmou um porta-voz do Ministério da Defesa de Seul à agência
espanhola EFE.
O soldado "foi
levado ao hospital, embora não se tema por sua vida", disse o porta-voz da
Defesa.
O caso aconteceu no
sábado, quando, após concluir seu turno, Lim detonou uma granada e abriu fogo
com sua espingarda de forma indiscriminada, em um posto localizado na cidade de
Goseong, na província de Gangwon, no nordeste do país, próximo à Zona
Desmilitarizada entre as duas Coreias.
Após o incidente, o
soldado se refugiou nas montanhas próximas, levando consigo uma granada, uma
pistola e 60 balas. Cercado, ele atacou seus perseguidores e feriu mais um
sargento.
Por enquanto, os
motivos do ataque não são conhecidos, embora se saiba que, quando começou o
serviço militar obrigatório, o soldado foi inscrito na lista de militares que
requerem atendimento especial, por "dificuldades de adaptação".
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