Desde o tempo de sua criação, da escolha do nome, do primeiro apresentador (Veridiano Sousa) aos tempos de hoje o FALA CODÓ, programa do meio dia da FCTV, mantém um fórmula implacável de sucesso que tem se mostrado cada dia mais sustentável e renovável.
Neste percurso uma pessoa tem se mostrado competente o suficiente para deixar sua marca de gerenciamento, o diretor Cícero de Sousa. Foi dele a ideia do nome do programa e também foi quem apontou e aprovou o nome do primeiro apresentador, Verí, que com seu jeito peculiar mostrou à que o noticioso veio, no caso, veio mesmo pra ficar.
Cícero impôs sua fórmula – criou o modelo onde a força do programa está acima de seus apresentadores, sem, obviamente, colocá-los em segundo plano. Sabe que o televisivo não sobreviveria sem o talento de Veridiano, Pachêco e, agora, de Edmilson, mas seu modelo de gestão é tão imponente que as substituições ocorrem por força de circunstâncias alheias à sua vontade e, naturalmente, o público logo assimila quem chega fazendo com que a audiência permaneça intocável.
O telespectador nas ruas se dirige ao ‘Fala Codó’, ou seja, à Marca Fala Codó, uma vitória dentro de qualquer emissora. Isso traz segurança para quem faz a audiência (o cidadão do outro lado da telinha) e para quem deseja investir comercialmente nela (o empresariado).
Ao primeiro olhar não parece muito confortável para qualquer profissional se sentir parte do processo e não o próprio, a peça-chave da engrenagem, Mas nas grandes empresas, inclusive de comunicação, esta fórmula é a mais usada, afinal ela (emissora) precisa sobreviver mesmo sem suas maiores estrelas, para isso precisa elevar-se ao patamar, parece-me, alcançado por Cícero de Sousa e pela FCTV.
O PODER DO APRESENTADOR
Num veículo de comunicação com este nível de gestão nenhum profissional sai perdendo. Basta entender que quem sai de uma grande emissora será sempre grande também, afinal trabalhou naquela que é a mais respeitada pelo público, naquela que seu talento ajudou a construir, ainda que subsidiariamente, como deve ser.
Neste contexto é inegável o poder que tiveram Veridiano Sousa, Pachêco Filho e agora o mantém o jornalista Edmilson Filho. São apresentadores de altíssimo nível dentro dos padrões exigidos para o que fazem no cotidiano de nossa comunicação.
Pé de Queijo, como prefere a maioria de seus fãs, aprendeu a dividir-se entre o jornalismo e o comercial, tem enorme facilidade com as entrevistas e domina, como poucos na área, a crítica na dosagem certa (nem exagerada, nem eufêmica). Fora da vida profissional pública mantém um dia a dia ilibado, isso é importante para quem vive da comunicação, afinal cobramos o melhor dos outros todos os dias.
Por certo, os que já passaram ajudaram a construir a marca Fala Codó, Quem agora está mantém a responsabilidade em dia com a exigência do programa, assim eles se completam.
A equipe também precisa estar afinada e sempre atenta à possibilidades de mudanças. Editores, cinegrafistas, operadores de áudio, repórteres, toda a produção, no caso em tela, todos sabem exatamente o que devem e como fazer.
Cícero descobriu a fórmula e enquanto seus moldes não se desvirtuarem dos objetivos que consolidou ao longo destas três temporadas de liderança, a marca Fala Codó continuará líder.
Sobriamente, dignos de parabéns.
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