| As amigas Eulália Santos e Rosa Ribeiro aproveitaram o expediente reduzido do trabalho para levar os filhos à praia |
O vendedor Cláudio Lopes, de 26 anos, disse que mais que a vitória do Brasil, é torcer ao lado de amigos e familiares, pessoas que se conhecem facilitam os comentários dos lances. “Gosto muito de falar com os amigos durante o jogo, é mais animado torcer com a família e conhecidos”, revelou Claúdio.
Mas há aqueles que não curtem a copa. Bandeirinhas e ruas pintadas de verde e amarelo, torcedores vestidos com a camisa da seleção brasileira, o barulho constante das vuvuzelas e as notícias que ressaltam a copa do mundo são características que marcam um mundial. Mas, há quem não se interessa por esse momento festivo e aproveita para realizar outra programação que não inclui as partidas na frente da TV. Durante o segundo do jogo do Brasil ontem, O Imparcial conheceu pessoas que não assistem a copa por não gostarem de futebol, por estarem trabalhando, entre outros motivos.
Neste período a diversão, o encontro com os amigos e a família para vibrar pelo país envolve milhares de pessoas no mundo todo para prestigiar o evento. André Pereira não pensa assim. Apesar de já ter assistido a copa nos anos anteriores, ele diz que nesta edição o desânimo falou mais alto. “É um momento muito bonito do esporte mundial, mas, não estou acompanhando. Antes assistia mais e hoje vejo que a copa ganhou outro sentido de estrelismo e gastos desnecessários. Eu torço pelo Brasil, só não faço mais é questão de assistir aos jogos”, revelou o professor.
Amanda Mota também estava na praia Litorânea, sem se importar com o cronograma do evento. “A cidade parou e a gente prefere algo que foge da copa. Acredito que o mundial deixou a desejar e não me animo para ficar na frente da televisão vendo”.
As amigas Eulália Santos e Rosa Ribeiro aproveitaram o expediente reduzido do trabalho e a folga dos filhos da escola para levar as crianças à praia. As brincadeiras na areia e o mergulho no mar mudaram a rotina e deixaram todos muito satisfeitos. “Eu não gosto muito de futebol e vim trazer meu filho de três anos para se divertir na praia”, destacou Eulália.
Na copa passada, há quatro anos, Rosa afirma que também não assistiu e que na abertura e estreia do Brasil em campo, este ano, permaneceu a tarde dormindo. “Não sou muito ligada em jogo não. Para mim tanto faz como tanto fez. Prefiro aproveitar esse tempo com outras opções de diversão como a praia”.
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