FORA DA COPA » Conheça as pessoas que trocaram o jogo do Brasil por outro programa na terça-feira

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As amigas Eulália Santos e Rosa Ribeiro aproveitaram o expediente reduzido do trabalho para levar os filhos à praia (HONORIO MOREIRA/OIMP/DAPRESS)
As amigas Eulália Santos e Rosa Ribeiro aproveitaram o expediente reduzido do trabalho para levar os filhos à praia
Nesta terça-feira (17), os torcedores acompanharam o segundo jogo da Seleção Brasileira pela primeira fase da Copa do Mundo. E como é de se esperar, a torcida estava animada e empolgada com a partida contra o México. O que se via nos bares e restaurantes da capital eram famílias e amigos reunidos, todos juntos na vibração positiva pela vitória do Brasil.

O vendedor Cláudio Lopes, de 26 anos, disse que mais que a vitória do Brasil, é torcer ao lado de amigos e familiares, pessoas que se conhecem facilitam os comentários dos lances. “Gosto muito de falar com os amigos durante o jogo, é mais animado torcer com a família e conhecidos”, revelou Claúdio.

Mas há aqueles que não curtem a copa. Bandeirinhas e ruas pintadas de verde e amarelo, torcedores vestidos com a camisa da seleção brasileira, o barulho constante das vuvuzelas e as notícias que ressaltam a copa do mundo são características que marcam um mundial. Mas, há quem não se interessa por esse momento festivo e aproveita para realizar outra programação que não inclui as partidas na frente da TV. Durante o segundo do jogo do Brasil ontem, O Imparcial conheceu pessoas que não assistem a copa por não gostarem de futebol, por estarem trabalhando, entre outros motivos.

Neste período a diversão, o encontro com os amigos e a família para vibrar pelo país envolve milhares de pessoas no mundo todo para prestigiar o evento. André Pereira não pensa assim. Apesar de já ter assistido a copa nos anos anteriores, ele diz que nesta edição o desânimo falou mais alto. “É um momento muito bonito do esporte mundial, mas, não estou acompanhando. Antes assistia mais e hoje vejo que a copa ganhou outro sentido de estrelismo e gastos desnecessários. Eu torço pelo Brasil, só não faço mais é questão de assistir aos jogos”, revelou o professor.

Amanda Mota também estava na praia Litorânea, sem se importar com o cronograma do evento. “A cidade parou e a gente prefere algo que foge da copa. Acredito que o mundial deixou a desejar e não me animo para ficar na frente da televisão vendo”.

As amigas Eulália Santos e Rosa Ribeiro aproveitaram o expediente reduzido do trabalho e a folga dos filhos da escola para levar as crianças à praia. As brincadeiras na areia e o mergulho no mar mudaram a rotina e deixaram todos muito satisfeitos. “Eu não gosto muito de futebol e vim trazer meu filho de três anos para se divertir na praia”, destacou Eulália.

Na copa passada, há quatro anos, Rosa afirma que também não assistiu e que na abertura e estreia do Brasil em campo, este ano, permaneceu a tarde dormindo. “Não sou muito ligada em jogo não. Para mim tanto faz como tanto fez. Prefiro aproveitar esse tempo com outras opções de diversão como a praia”.

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