Educação das cavernas: alunos sofrem com as péssimas condições das escolas na zona rural de Codó

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Escolas de Codó funcionam em casebres
Escolas de Codó funcionam em casebres
O tempo está passando e o prazo de um ano firmado no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo prefeito Zito Rolim, onde o mesmo se comprometeu em acabar com as escolas de taipa no município de Codó, está terminando. No entanto, até agora nada foi feito e nenhum tijolo foi colocado nesses colégios improvisados que seguem, portanto, sendo a única opção de local de estudo para os filhos do homem do campo.
No fim de semana passado, chegou à nossa redação, imagens da realidade da educação oferecida pela prefeitura de Codó aos estudantes da zona rural. A situação é chocante, mas é o reflexo do ensino público que compromete o aprendizado dos alunos, e remete a uma qualidade muito inferior ao que poderia ser ofertado pelo município.
As imagens são da escola que fica na Comunidade Marimbondo. De acordo com informações dos moradores, as dificuldades não estão somente na precariedade do prédio, além de o lugar não oferecer qualquer estimulo para que as crianças possam participar das aulas com frequência, é justamente a frequência de aulas que também impede a ida dos alunos ao casebre disponibilizado pela prefeitura.
Há informações de que o professor que deveria dá aula diariamente, de segunda à sexta-feira, pouco comparece à comunidade, o que permite com que os estudantes fiquem boa parte do semestre letivo sem aula. Os pais reclamam, mas até o momento a situação permanece da mesma forma. As crianças estão sendo prejudicadas com a falta de estrutura para estudar e com a falta de aula na comunidade.
A secretaria de educação deve procurar saber sobre a procedência da denúncia e se for confirmada, terá que tomar uma medida no sentido de amenizar a sofrimento dos alunos e a possível defasagem no aprendizado provocado pela ausência do professor em sala de aula.

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