Publicidade

Publicidade

segunda-feira, 26 de maio de 2014

SUCESSO: Iniciativa de diretora prova que é possível barrar a quebradeira de carteiras nas escolas

Carteiras na Cibrazem
Carteiras na Cibrazem
Os números da quebradeira de carteiras são expressivos e preocupantes. A prefeitura não fez demonstrativo de quantas  são quebradas por mês ou por ano dentro das escolas de Codó, mas revelou quantas teve que comprar em 2013 e já em 2014.
Ano passado o município comprou  2.400, segundo a secretária de Educação, Rosina Benvindo. Este ano já  foram investidos R$ 844.346,00 para a aquisição de 6.200 novas carteiras que estão vindo do interior de São Paulo.
“As 6.200 carteiras tiveram um  custo de  R$ 844.346,00, quase R$ 1 milhão em novas carteiras e pra recuperar nós temos uma equipe lá no almoxarifado e temos que comprar o material pra fazer a recuperação que não é barato, é tinta, solda, é ferro, madeira, lixas, rebites, cravadores, são muitos materiais que precisamos pra recuperar e não sai ainda na qualidade de novas, que tem um custo alto”, reclamou professora Rosina.
A SOLUÇÃO EXISTE
Apesar do caos já instalado, a solução existe e se chama responsabilização.
Gessy Veras provou que é possível
Gessy Veras provou que é possível
Neste contexto, um exemplo motivador foi encontrado por nossa reportagem na Escola Estevam Ângelo. Nesta escola de Ensino Fundamental maior, todos os mais de 700 alunos e seus pais assinaram um TERMO DE COMPROMISSO.
A regra é simples e dura – se quebrar, paga.
Funciona tão bem que ano passado, por exemplo, a diretora Gessy Veras entregou à Cibrazem apenas 1 carteira quebrada.
“Primeiro conversa com os alunos, sensibilização e outra nós temos o termos de compromisso da escola onde o pai é ciente que quem quebra cadeira tem que pagar e a criança também é conscientizada, tanto é que ele assina o documento e sempre que ele tá querendo quebrar alguma coisa a gente diz – se quebrar, vai pagar”, explicou
Numa rápida demonstração de como é a consciência dos alunos a respeito disso, perguntou em alto e bom som para um pequeno grupo que estava no pátio – SE QUEBRAR? A resposta veio de imediato – VAI PAGAR.
Aliado ao Termo de Compromisso, que funciona sem reclamações dos pais e alunos, existe  um forte apelo social de responsabilidade, o de cuidar do próprio patrimônio .
“Porque a gente diz pra ele o seguinte – é nosso, a escola não é minha, a escola não é do prefeito, não é da secretária, a escola é nossa, então nós temos que cuidar dela”, concluiu Gessy que ganhara 20 carteiras novas como premiação, vai usá-las para melhorar a turma do MAIS EDUCAÇÃO.
EXPANSÃO DO QUEBROU,PAGOU
A secretária de Educação informou que apenas 5 escolas da cidade utilizam o método do quebrou, pagou via termo de compromisso (Renato Archer, Governador Archer, Remy Archer, Camilo Figueiredo e Estevam Ângelo). A intenção é expandir.
“Inclusive já temos escolas com câmeras pra facilitar a observação da quebra dessas carteiras….É POSSÍVEL QUE ISSO SEJA EXPANDIDO PR TODA A REDE? É o nosso desejo, estamos iniciando esse processo e pensamos em  atingir toda a rede”, respondeu Rosina Benvindo

Nenhum comentário:

Postar um comentário