Jovens de Comunidades Tradicionais aprendem sobre Meio Ambiente

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Durante toda esta semana, iniciando na última segunda-feira (19), jovens de comunidades quilombolas de Codó estiveram  aprendendo sobre vários temas relacionados ao Meio Ambiente, no auditório da Escola Ananias Murad.
Jovens de Comunidades Tradicionais
Jovens de Comunidades Tradicionais
 “Eles vão ter acesso à uma série de conhecimentos que são bastante modernos e, na verdade,  resgate de conhecimentos tradicionais. A GENTE VAI TRABALHAR com agroecologia, com dermacultura, com bioconstrução que é construção com terra e coisas de saneamento básico e algumas tecnologias sociais reconhecidas pelo Banco do Brasil”, explicou Liara Apostólico, do Instituto Nobilis
Um dos objetivos do curso, proporcionado pelo Instituto Nobilis e Associação de Umbanda e Candomblé de Codó e Região,  ambos ligados a Rede de Cultura do Nordeste, foi  encontrar solução ecologicamente correta para alguns problemas do cotidiano dessas comunidades – como o sanitário enfrentado pelas pessoas de  onde mora Antonio da Conceição, de Mundo Novo.
 “Alguns fazem no mato mesmo, entendeu? Outros tem seu banheiro em casa, sua fossazinha em casa”, revelou
Representantes de uma empresa especializada na área ambiental  ensinaram  os quilombolas a desenvolveram o chamado BANHEIRO SECO.
É uma  estrutura que trata fezes humanas, sem a necessidade água,  e as transforma em algo útil para plantações, segundo Bruno Azevedo da HABITATE.
“É um banheiro que não utiliza água, nem descarga e o final desse banheiro não é um tratamento ele vira uma compostagem onde aqueles dejetos vão se transformar num composto, super seguro, é utilizável nas hortas, pomares, pra produção agrícola”, explicou o engenheiro
Os participantes saíram entusiasmados com as alternativas ecológicas  que lhes foram  apresentadas no curso. Foi atrás delas que RUTE Sousa veio de Alto Alegre do Maranhão.
 “Em  primeiro lugar pela importância que o curso pode nos proporcionar, são  vários os conhecimentos que a gente pode aplicar nas comunidades circunvizinhas da cidade que a gente mora”, justificou a estudante da Escola Família Agrícola de Codó

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