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terça-feira, 27 de maio de 2014

ELEIÇÕES 2014 » Presidente nacional do PDT terá reunião com Hilton Gonçalo sobre candidatura própria

Cresce a possibilidade do PDT ter uma candidatura própria ao governo no Maranhão. O presidente do diretório nacional do partido, Carlos Lupi, revelou a equipe de O Imparcial, que nos próximos dias estará se reunido com Hilton Gonçalo (PDT) para discutir a viabilidade de sua pré-candidatura. De acordo com o dirigente nacional, ele recebeu com muita insatisfação a decisão de Flávio Dino (PCdoB) e ainda está avaliando o caminho que irá tomar no estado.

Lupi disse que conhece muito bem o ex-prefeito de Santa Rita, inclusive chegou a fazer visitas ao município, durante a administração do médico. “O Hilton é um grande companheiro, conheço a sua capacidade administrativa, foi muito bem avaliado enquanto prefeito é um excelente quadro do PDT e existe sim a possibilidade dele ser o nosso candidato a governador”, declarou.

Procurado por nossa equipe para comentar o assunto, Hilton Gonçalo disse que já estava preparando sim uma nova viagem a Brasília para conversar com Carlos Lupi, mas preferiu não informar a data, pois antes está realizando rodadas de reuniões com dirigentes partidários locais.

O presidente nacional do PDT, ainda aproveitou para contar que foi procurado sim pelo pré-candidato ao governo Lobão Filho (PMDB), para discutir uma aliança. “Ele me fez uma proposta, mas isto irei discutir antes com os companheiros do Maranhão, ainda não quero comentar o que ele nos ofereceu, pois ainda não acho oportuno”, explicou.

Outro assunto que norteou a conversa com o ex-ministro Carlos Lupi foi a possibilidade do nome de Edson Vidigal, surgir como pré-candidato ao governo. O presidente diz desconhecer o assunto e que até o momento o ex-ministro do Supremo Tribunal de Justiça, sempre manifestou seu interesse pela vaga de deputado federal.
Procurado para falar sobre o assunto, Vidigal informou por meio de sua assessoria que nunca houve de sua parte a intenção de se lançar ao governo, mas que alguns membros da ala histórica defendem essa postura, por ele já ter disputado o governo e já ter tido a experiência de uma eleição majoritária, mas no momento, ele descarta esta possibilidade.

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