Vereadores governistas dizem NÃO a pedido do Sindisserm para audiência pública com a secretária de educação de Codó

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Apesar de termos criticado aqui os vereadores da oposição, com exceção de Rodrigo Figueiredo (PDT) que compareceu à reunião das Comissões na terça-feira (18), até entendemos o desinteresse dos parlamentares, afinal, eles já sabiam que tudo iria dá em nada, ou seja, perda de tempo. Mas antes, na segunda-feira (17), não a base aliada ao prefeito Zito Rolim, mas os vereadores oposicionistas queriam a presença da secretária Rosina Benvindo na Câmara sim, mas numa audiência pública onde todos tivessem vez e voz, não em uma reunião onde tudo é maquiado para ser apresentado, além das limitações regimentais.
No entanto, transparência é tudo o que os vereadores governistas não querem. Pelo menos isso ficou claro durante a sessão passada quando o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais apresentou um documento com pedido de convocação ao Ministério Público Estadual para que houvesse a audiência pública com a secretária, assinado pelos vereadores.

Mas a turma que serve de escudo para o prefeito no Parlamento Municipal disse NÃO e nem quis saber do pedido. Foram eles: Leonel Filho, Gracinaldo Ferreira, Chiquinho do Saae e Pastor Max, isso mesmo você não leu errado nem precisa de óculos, o vereador Max, o mesmo que defendeu o salário de um jogador de futebol para os professores abandonou a categoria.

Vereador Rodrigo Figueiredo (PDT)
Vereador Rodrigo Figueiredo (PDT)
O vereador Rodrigo Figueiredo, líder da oposição, já havia proposto a ida de Rosina em audiência pública na Câmara, mas os mesmos vereadores até com reforço, teve seu Requerimento rejeitado pela turma do Palácio. O documento apresentado pelos Sindicato ganhou quatro assinaturas da bancada de oposição, dentre os parlamentares que deram seu aval em apoio aos servidores municipais, o vereador Rodrigo Figueiredo que não hesitou em assinar o documento.
A gente sabe que numa reunião das Comissões tudo é muito limitado. As perguntas são feitas previamente e quase nada pode ser discutido além do que foi perguntado anteriormente, nem tratar de outros assuntos que por ventura não tenha sido encaminhado para quem vai participar da reunião“, argumentou o vereador.

Na página do Sindicato, na internet, foi postado o seguinte:
Nota-se, desse modo, uma manobra política por parte dos vereadores da situação para tentar blindar a secretária de educação e o governo Zito Rolim, haja vista as limitações de uma reunião de Comissão da Câmara de vereadores em comparação a uma Audiência Pública. De qualquer modo, nesta terça feira o SINDSSERM pedirá ao Ministério Público a realização da Audiência Pública, ao mesmo tempo em que solicitará o ajuizamento da respectiva Ação Civil Pública, em virtude das precárias condições de funcionamento das escolas do campo e do atraso no início do ano letivo.

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